Mostrando postagens com marcador Philippe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Philippe. Mostrar todas as postagens
sábado, 27 de março de 2010
Primeiro time do interior em Campeonatos Brasileiros
A Ponte Preta foi o primeiro clube do interior do Brasil a participar de um Campeonato Brasileiro. O fato, ocorrido em 1970, foi considerado tão extraordinário que a Ponte não mandou seus jogos no Majestoso e sim em São Paulo. Foi mais esse pioneirismo que abriu caminho para que muitos outros clubes que não fossem das capitais participassem futuramente da competição.
Título de Aspirantes
A Ponte Preta e seu rival já se enfrentaram em disputa de título paulista. Foi em 1991 no Campeonato de Aspirantes, disputado no Morumbi. A final foi a preliminar de Corinthians e São Paulo, que disputavam o título do Paulistão 91. A torcida corintiana, inclusive, apoiou o time da Ponte contra o rival.
Pioneirismo na contratação de estrangeiros
A Ponte Preta foi o primeiro clube do interior, em todo o Brasil, a contratar jogadores do exterior: Cabreira e Raul Dias. Foi uma prova de ousadia também, pois os dois jogadores trazidos em 1952 eram do Uruguai, país que dois anos antes havia vencido o Brasil em pleno Maracanã, ganhando a Copa do Mundo.
O Dérbi que terminou em rapto
A partida foi realizada em 18 de agosto de 1946, no antigo Estádio da Rua Barão Geraldo de Rezende, do Guarani. Era o último jogo do 1º Turno do Campeonato Campineiro. O placar marcava 3 a 0 para o rival da Macaca, ainda na 1ª etapa. Inconformados com 2 gols irregulares do Guarani e validados pelo juiz, o time da Ponte Preta se retirou de campo no meio do jogo, o que gerou muita confusão no gramado. Assim, o árbitro Aldo Bernardi encerrou a partida.
No dia seguinte ao jogo, descobriu-se o endereço do juiz, residente em São Paulo. A idéia era comprovar a suspeita de compra do árbitro por parte do Guarani. Um grupo de pontepretanos foi até a capital e disseram ao Sr. Aldo serem de Itapira e que precisavam ganhar um jogo muito importante. O famoso árbitro caiu na conversa e entrou no carro. E conversando no veículo, sem imaginar que se tratavam de gente da Ponte Preta, o juiz se entregou. Para mostrar ao pessoal que era especialista no assunto de fabricar resultados, citou o exemplo do clássico campineiro. Contou que na viagem de trem para Campinas havia sido subornado por um mentor do Guarani.
Enfim, tudo descoberto. Os torcedores no carro anunciaram ser pontepretanos, e não de Itapira conforme a história inventada por eles. O árbitro Aldo Bernardi começou a tremer. O carro retornou a Campinas e o juiz foi levado para a Sede do clube. A idéia era reunir autoridades e fazer com que ele confessasse o suborno. Mas o sujeito foi esperto e pediu para avisar a família por telefone que se encontrava na sede da Ponte Preta, em Campinas, e que tudo estava bem. Sua família desconfiou e comunicou o ocorrido à Federação Paulista de Futebol. Esta, por sua vez, avisou a polícia de Campinas sobre a possibilidade de ser um rapto. Mas na frente do delegado e de outras pessoas o árbitro Aldo Bernardi negou o suborno.
A repercussão foi internacional. Jornais e rádios de todo o país comentaram o fato, alguns denominando de "gangue campineira". Por outro lado, apareceram também manifestações de apoio pela energia em se descobrir a verdade. Houve processo na Justiça, mas os torcedores raptores foram absolvidos. Aldo Bernardi nunca mais apitou, ficando marginalizado pela própria Federação, acabando por ser banido do futebol.
Ponte quase incorporou o Juventus, no fim da década de 1940
Em 1949, faltou muito pouco para a Ponte Preta se fundir com o Juventus, adversário de amanhã, pela 7ª rodada do Campeonato Paulista. O Moleque Travesso atravessou uma séria crise financeira, agravada com a saída do conde Adriano Crespi, e a Macaca queria a todo custo um lugar na elite do futebol estadual. O motivo foi que o rival Guarani se transformar no segundo clube do Interior a chegar ao campeonato principal depois de vencer a Segunda Divisão de 1949. Foi um ano de tentativas frustradas para unir forças com outro time e "subir" para o Paulistão. Em meados de 1949, a Macaca chegou a fazer uma proposta para assumir a vaga do Comercial, também da Capital, que acabaria extinto pouco depois (1959). Não houve acordo.
Também pudera. O presidente da Ponte na época, Ayrton José Couto, propôs ao Comercial apenas o cargo de 3º vice-presidente, uma alteração nas cores do uniforme que incluiria um círculo vermelho em torno do distintivo e a mudança do nome do Estádio Majestoso para Estádio Comercial. Em troca, a Macaca ainda assumiria a folha de pagamento e todos os contratos dos jogadores comercialinos. A união só não se confirmou porque o Conselho Deliberativo do time paulistano recusou a proposta, em março de 1949. A investida sobre o Juventus foi noticiada em dezembro de 1949. A Ponte ficou sabendo do suposto interesse do clube da Mooca de abandonar o futebol profissional e iniciou os contatos para a fusão. A Macaca assumiria os salários dos atletas e funcionários do Juventus, mas manteria suas cores, seu nome e a sede permaneceria em Campinas. Em suma, seria a incorporação do clube que se livraria das dívidas, mas seria extinto.
Historiador da Macaca, José Moraes dos Santos Neto diz que as fusões nunca foram boas para a Ponte. "A união com a Associação Atlética Campinas em 1927 foi vitoriosa até 1928, para depois quase levar o clube à extinção", conta. "Tenho uma opinião clara sobre o assunto porque, além do irreversível processo de descaracterização, muitas vezes a fusão não acrescenta nada, apenas crises posteriores. Uma fusão pressupõe que nenhum dos dois clubes teve capacidade de gestão", opina o estudioso. A Ponte também vivia um momento conturbado internamente. O presidente Ayrton foi eleito em março de 1949, mas só assumiu, em agosto. Em março de 1950, ele pediu renúncia e foi substituído por Marinho Ferreira Jorge. Em outubro do mesmo ano, Jorge saiu e Olímpio Dias Porto se transformou no terceiro presidente em menos de um ano.
O símbolo
O autor do escudo da Associação Atlética Ponte Preta foi João Burhi,que recebeu forte influência dos escudos dos times de futebol alemães do início do século, varios escudos alemaes eram muitos semelhantes,principalmente os times de futebol das regiões de Hamburgo e Berlim.
O porquê do nome Ponte Preta
O surgimento da Ponte Preta está diretamente ligado ao crescimento e desenvolvimento da cidade de Campinas. Por volta de 1860, o bairro que hoje abriga a sede da Ponte Preta era conhecido como Bairro Alto, que se estendia desde o Largo do Tanquinho (hoje Largo do Pará). Em 1870 se deu início à construção da ferrovia Paulista, de Jundiaí até Campinas. Com os trabalhos de instalação dos trilhos, devido ao relevo acidentado do bairro, foi necessário a construção de uma ponte sobre uma vala. Esta ponte era de madeira e para melhor conservação, foi tratada com piche. Desta forma, enegrecida pela presença do piche, surgiu o nome PONTE PRETA. A partir daí se originou o bairro hoje conhecido como BAIRRO DA PONTE PRETA, isto em 1872.
De virada, África do Sul bate Ponte Preta em amistoso
Após o frustrante empate por 2 x 2 com o Rio Claro na noite de quarta-feira, a Ponte Preta reapresentou-se na tarde desta quinta. Os jogadores que atuaram sob o comando de Sérgio Guedes fizeram apenas trabalhos de recuperação, enquanto o restante do elenco participou de um jogo treino contra a seleção da África do Sul, do técnico Carlos Alberto Parreira. Os 'Bafana Bafana', que venceram o jogo de virada, por 2 x 1, fazem excursão preparatória pelo Brasil antes da Copa do Mundo.
São Caetano supera Ponte Preta e ainda sonha com G-4
O São Caetano venceu seu segundo jogo seguido e manteve o sonho de chagar às semifinais do Campeonato Paulista. Em um jogo bastante truncado, venceu a Ponte Preta, por 2 a 0, na noite deste sábado, no Estádio Anacleto Campanella, no ABC paulista, pela 17.ª rodada da competição.